sábado, 29 de outubro de 2011

Mariah Carey apresenta o álbum de fotos de seus gêmeos

Após mostrar os filhos pela primeira vez em um programa de televisão, Mariah Carey e Nick Cannon liberam na internet fotos de seus gêmeos Monroe e Moroccan


























quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Tudo sobre os ultrassons na gravidez

O que é o ultrassom?

O ultrassom (também chamado de ultrassonografia ou ecografia) é um exame não-invasivo que usa ondas de som para criar uma imagem do bebê, da placenta, do útero e de outros órgãos. Com ele, o médico tem acesso a informações importantes sobre o progresso da gravidez e sobre a saúde do bebê.

Pais e mães aguardam ansiosos pelo exame para que possam dar a primeira olhadinha em seus filhos, e muitas vezes mostrar "fotos" para o resto da família. Isso sem contar a aguardada descoberta do sexo do bebê. Por mais emocionante que esse momento seja, é fundamental lembrar que o objetivo primordial do ultrassom é checar se o bebê está se desenvolvendo bem.

Durante o teste, o ultrassonografista lança ondas de som em alta frequência para dentro do útero, e essas ondas atingem o bebê. O computador traduz os sons de eco que são recebidos de volta em imagens de vídeo, que revelam então o formato do bebê, sua posição e seus movimentos.

Para facilitar, ele passa um gel sobre a sua barriga e depois um aparelhinho sobre o gel. Existe também o ultrassom intravaginal, usado no comecinho da gravidez, até 11 semanas.

As ondas de ultrassom também são usadas no aparelho que os obstetras utilizam para ouvir os batimentos cardíacos do bebê.

O ultrassom prejudica o bebê?

Estudos realizados ao longo dos últimos 35 anos não mostraram nenhuma indicação de que a ultrassonografia seja prejudicial. Há quem diga que o exame incomoda o bebê, mas não há pesquisas mais aprofundadas que comprovem isso. Como o som não é audível ao ouvido humano, não deve ser detectado pelo bebê.

Ultrassons não envolvem radiação, como é o caso de raio x.

Por outro lado, os especialistas recomendam não exagerar nesse tipo de exame, já que ultrassons são uma forma de energia e pode ser que afetem o bebê, mesmo que ainda não se saiba como. O cuidado deve ser maior principalmente no primeiro trimestre, quando o bebê é mais vulnerável a fatores externos.

Para não ficar confuso demais, pense assim: não é preciso ter medo de fazer ultrassons, mas não fique fazendo um monte só por curiosidade de ver o bebê.

Quantos ultrassons são necessários durante a gravidez?

O mais comum é fazer uma ultrassonografia por volta das 13 semanas (entre 11 e 14 semanas) e uma mais detalhada perto das 20 semanas de gestação, o chamado ultrassom morfológico. O ideal é fazer mais uma entre a 34a e a 37a semana, porém não há regra sobre o número total.

O exame pode ser feito a qualquer momento -- no comecinho da gravidez, para descartar uma gestação ectópica, e bem perto do nascimento, para avaliar o nível de líquido amniótico, por exemplo.

Se por algum motivo só se puder fazer um ultrassom, o obstetra deve optar pelo da 20a semana.

O exame costuma ser feito em laboratórios ou no hospital, mas alguns médicos possuem o aparelho no próprio consultório, o que permite às mães verem o bebê a cada consulta.

Ultrassom no primeiro trimestre

O obstetra pode pedir um ultrassom nos primeiros três meses de gravidez pelos seguintes motivos:

Descartar um aborto espontâneo

Se você tiver sangramento vaginal no começo da gravidez, o médico pode pedir um ultrassom para descartar a possibilidade de aborto. A partir de 7 semanas de gravidez, os batimentos cardíacos do bebê já devem estar visíveis (considerando um ciclo menstrual de 28 dias).

Quando se vê o coração do bebê batendo, a chance de a gravidez prosseguir sem problemas é de mais de 97 por cento. É importante lembrar que é muito difícil determinar exatamente quando a concepção ocorreu, por isso, se você não vir o coração do bebê batendo no ultrassom, tente não se desesperar.

O médico deve esperar mais uma semana e pedir uma nova ecografia. Pode ser que o bebê tenha sido concebido mais tarde do que você imaginava.

Descartar gravidez ectópica ou molar

O sangramento vaginal (junto com outros sintomas) também pode ser indicação de uma gravidez ectópica ou molar. No caso de uma gravidez ectópica, quando o embrião começa a se desenvolver fora do útero, o médico tentará localizar o saco gestacional. Numa gravidez molar, em que a placenta é anormal e o bebê não é viável, o ultrassonografista visualiza uma figura bem diferente da que deveria ser a do bebê.

Determinar a idade gestacional

Quando a mulher não sabe a data de sua última menstruação, o médico pode pedir uma ultrassonografia para determinar há quanto tempo ela está grávida, através da medição do bebê. Entre as 7 e as 13 semanas de gestação, a medida craniocaudal (da cabeça até o bumbum do bebê) consegue determinar a idade gestacional com bastante precisão.

Determinar se há mais de um bebê

Se você tiver se submetido a tratamentos de fertilidade ou o médico desconfiar de gêmeos ou múltiplos, ele vai pedir um ultrassom para saber quantos bebês há na sua barriga.

Ultrassom no segundo trimestre

No segundo semestre, você deve ser submetida aos seguintes ultrassons:

Translucência nucal

Perto das 13 semanas, o médico pode pedir uma ultrassonografia para fazer o exame de translucência nucal -- a medição de uma dobra específica na nuca do bebê e a verificação da presença do osso nasal --, para detectar sinais de problemas genéticos como a síndrome de Down. O momento ideal para a realização do exame é na 12a semana.

Na maioria dos casos o resultado é tranquilizador, mas, se o médico desconfiar de alguma alteração, pode sugerir a realização de exames genéticos mais invasivos, como a biópsia do vilo corial ou a amniocentese. No ultrassom realizado nessa fase, ainda não dá para determinar com certeza o sexo do bebê, mas o ultrassonografista pode arriscar um chute, pelo ângulo do apêndice genital -- mas a chance de acerto não passa de 80 por cento.

Ultrassom morfológico

Essa é a ultrassonografia mais detalhada, que pode levar mais de meia hora. Ela é feita por volta das 20 semanas, e nela já dá para ver o sexo do bebê. O ultrassonografista vai verificar o coração do bebê e suas câmaras, a formação do cérebro, os órgãos digestivos e outros sistemas. Também vai medir a cabeça do bebê e o fêmur, o osso da coxa, para ver se o crescimento está dentro da média.

No exame também é possível determinar a localização da placenta. Se ela estiver bloqueando a abertura do colo do útero (placenta prévia), o médico vai pedir novos ultrassons para ver se ela mudou de lugar. Na grande maioria dos casos ela muda. No caso de ela ainda estar cobrindo o colo do útero no fim da gestação, o bebê terá de nascer obrigatoriamente de cesariana.

O exame pode ser feito com doppler, um sistema que mostra o fluxo de sangue no útero, na placenta e no bebê, com as cores azul e vermelha.

Se o médico desconfiar de alguma anormalidade, pode pedir a realização específica de um ultrassom em três ou quatro dimensões, que dá uma imagem mais detalhada do bebê e é capaz de detectar problemas como o lábio leporino, por exemplo.

Ou o médico pode pedir um ultrassom específico do coração do bebê, a ecocardiografia fetal.

Ultrassom no terceiro trimestre

No final da gravidez, o obstetra pode pedir um ultrassom para determinar a causa de sangramentos vaginais (problemas na placenta, por exemplo), para acompanhar o crescimento do bebê, para verificar o nível do líquido amniótico e para determinar a posição do bebê e da placenta.

E se o ultrassom mostrar algum problema?

Não entre em pânico. Muitas vezes um novo exame é realizado algum tempo depois e elimina a desconfiança de que haja alguma coisa errada. São raros os casos em que o bebê realmente tem um problema, mas, se isso acontecer, as informações coletadas na ultrassonografia ajudarão os médicos a oferecer o melhor tratamento possível.

Problemas cardíacos, por exemplo, podem ser tratados com remédios enquanto o bebê ainda está no útero. Outras anormalidades, como um bloqueio no sistema urinário, podem ser tratadas com cirurgia ainda dentro da barriga. E saber com antecedência de eventuais problemas ajuda os médicos a terem tudo organizado para dar o melhor atendimento ao bebê logo depois que ele nascer, além de colaborar para que você e sua família se preparem para enfrentar a situação.


Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil




quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Fatos e mitos muito comuns sobre a fertilidade feminina

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que uma em cada 15 mulheres, com idade entre 20 e 30 anos encontra barreiras para engravidar. Nos casais em que ela está na faixa entre 30 e 40 anos, este número sobe para uma em cada oito mulheres.

Quando se trata de fertilidade feminina, parece que todos – incluindo a irmã da melhor amiga da sua sogra – têm “dicas infalíveis” para compartilhar. “Mas muito do que se ouve é um disparate, sempre alerto isto às minhas pacientes. A fertilidade é um tema importante para muitas mulheres, mas antes de tudo, é um processo biológico, sobre o qual não temos controle absoluto. Num momento de vulnerabilidade, quando as coisas não acontecem exatamente do jeito que queremos, começamos a procurar explicações para os nossos problemas de saúde. É aí que os mitos começam a circular”, afirma o ginecologista Joji Ueno, diretor da Clínica GERA.
A seguir, o médico lista fatos e mitos muito comuns sobre a fertilidade feminina, que ele vem reunindo há algum tempo:

 

Dietas e exercícios preservam a sua fertilidade

Há uma queda natural na qualidade dos óvulos femininos decorrente da idade, independentemente desta mulher ser uma pessoa saudável. “Com a idade de 40 anos, uma mulher é mais suscetível a um aborto espontâneo do que a dar à luz. Mulheres grávidas na casa dos quarenta anos ​​são muito mais propensas a sofrer complicações, como pré-eclâmpsia, gravidez ectópica ou abortos espontâneos, além de serem mais propensas a precisar de uma cesariana.

Os bebês que nascem destas mães são mais propensos a ser prematuros, menores ou a apresentar síndrome de Down e/ou outras doenças genéticas”, afirma o ginecologista, Prof. Dr. Joji Ueno. Em relação a seguir uma boa dieta, é importante saber que o peso ideal pode melhorar as chances de engravidar em qualquer idade. “As mulheres com sobrepeso ou obesas têm frequentemente mais problemas para engravidar e estão mais propensas a desenvolver complicações como diabetes gestacional e pressão alta”, diz o médico.

 

A pílula anticoncepcional dificulta a gravidez

O uso de anticoncepcional oral não interfere na maior ou menor fertilidade da mulher. Os estudos mostram que quando a mulher pára de tomar as pílulas anticoncepcionais, elas voltam a ovular normalmente em até três meses. Muitas conseguem regularizar o seu ciclo de ovulação antes disto. “Uma mulher pode começar a tentar engravidar, logo após parar de tomar a pílula, não existem impedimentos. Em princípio, mulheres que utilizam anticoncepcionais orais podem engravidar assim que o uso das pílulas for interrompido.

Já os anticoncepcionais injetáveis de aplicação mensal ou trimestral podem ter um efeito cumulativo no organismo”, explica o ginecologista. Na verdade a pílula pode ter um efeito protetor para a saúde reprodutiva feminina. “A pílula pode ajudar a retardar ou mesmo prevenir o desenvolvimento de cistos ovarianos e de endometriose. Tanto os cistos, quanto a endometriose são condições que podem interferir na ovulação”, diz o médico. Se uma mulher apresentar problemas para engravidar, depois de parar de tomar a pílula, a dificuldade pode ser fruto de mudanças que tenham ocorrido naturalmente, ao longo do tempo, no seu ciclo menstrual.

 

Para engravidar rapidamente, você deve ter relações sexuais todos os dias

O esperma pode se manter vivo no organismo feminino por cerca de 38-72 horas, por isto, não há necessidade real de fazer sexo todos os dias para engravidar. Transformar a relação sexual numa obrigação não é o caminho mais rápido para engravidar. Além disso, ter relações sexuais mais de uma vez, por dia, durante alguns dias, pode reduzir a contagem de espermatozóides.

“Descobrir quando vai ovular é uma informação importante para as que desejam engravidar, pois pode-se aumentar a frequencia das relações sexuais cerca de dois-três dias antes e depois do dia da ovulação. Geralmente, os médicos indicam o coito programado apenas para mulheres que apresentam problemas de ovulação”, explica Joji Ueno, que também dirige o Instituto de Ensino e Pesquisa em Medicina Reprodutiva de São Paulo.

 

O estresse é o problema mais comum entre as mulheres que têm problemas para engravidar

A infertilidade, sem dúvida, provoca estresse, mas o estresse não causa infertilidade. As pesquisas mostram que a maioria dos casos de infertilidade é resultado de problemas físicos no sistema reprodutivo da mulher ou do homem e os fatores psicológicos raramente são a causa primária da infertilidade do casal. “Já o diagnóstico de infertilidade pode causar estresse considerável e tristeza. Os pacientes frequentemente relatam altos níveis de depressão e ansiedade.

Alguns estudos têm comparado o estresse provocado pela infertilidade ao estresse vivido por pacientes com câncer ou doenças cardíacas. Para avaliar os efeitos de níveis elevados de estresse, os pesquisadores estão estudando se o estresse pode tornar o corpo ‘um lugar menos hospitaleiro para uma gravidez’ e se esta suposição, de alguma forma, pode interferir no sucesso dos tratamentos de infertilidade”, informa Joji Ueno. São muitos os programas de tratamento da infertilidade que já abrangem o aconselhamento individual e do casal para ajudar homens e mulheres a lidarem melhor com o diagnóstico e com o tratamento da infertilidade, “mas não sabemos ainda, com certeza, se este tipo de ação pode afetar as taxas de sucesso do tratamento”, relata o ginecologista.

 

Se você tem ciclos menstruais regulares, você não terá problemas para engravidar

Menstruações regulares indicam que a mulher está ovulando normalmente, mas não garantem que estes óvulos são de boa qualidade. A incidência de problemas de saúde que comprometem a fertilidade de um casal varia de acordo com a idade. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que uma em cada 15 mulheres, com idade entre 20 e 30 anos encontra barreiras para engravidar. Nos casais em que ela está na faixa entre 30 e 40 anos, este número sobe para uma em cada oito mulheres.

Depois dos 40, a proporção é de um para cada quatro casais que não consegue ter filhos sem a ajuda de tratamentos ou métodos de fertilização artificiais. Problemas ovulatórios, obstruções na trompa, doenças uterinas, infecções no colo do útero e fatores imunológicos estão entre as principais causas de infertilidade feminina. “Muitas mulheres apresentam dificuldades para ovular causadas pela Síndrome dos Ovários Policísticos ou por disfunções na tiróide ou nas glândulas supra-renais”, diz Joji Ueno, que também é Doutor em Medicina pela Faculdade de Medicina da USP.

As obstruções nas trompas podem ser causadas pela endometriose ou algum tipo de aderência que dificulte a mobilidade, ou seja, o transporte do óvulo até o útero que é realizado pela trompa. Em alguns casos, os problemas estão localizados no útero, causados por miomas e pólipos. “As infecções do colo do útero também impedem a gravidez porque deixam o muco vaginal hostil, não permitindo a sobrevivência e a passagem do espermatozóide”, afirma o médico. Há casos também em que a mulher não engravida porque seu sistema imunológico entende o espermatozóide como um intruso e o rejeita. Somados aos fatores biológicos, estão também o uso de drogas, álcool, remédios sem prescrição e hábitos de vida sedentários que podem causar infertilidade também.

 

Ter abortado afeta a sua capacidade de engravidar novamente

Um aborto afeta a fertilidade somente se a mulher teve uma complicação, durante ou após o procedimento. Uma infecção, por exemplo, pode deixar cicatrizes no útero, que poderia interferir na implantação de um novo embrião. De acordo com um estudo holandês recente, mesmo as mulheres com episódios de abortos recorrentes podem estar certas de que o tempo que levam até uma concepção subseqüente não é significativamente maior do que o de mulheres em idade fértil, sem história de aborto espontâneo. “Como os abortos recorrentes são extremamente estressantes para essas mulheres, o estudo serve como alento para as que desejam continuar tentando ter um bebê”, observa Joji Ueno.

 

Se você já teve um filho, conceber novamente será muito fácil

Ter engravidado naturalmente uma vez, com facilidade, não é garantia de que o mesmo acontecerá uma segunda vez. “São comuns os casos de infertilidade secundária, quando um casal não consegue engravidar ou levar uma gravidez até o final, após já terem tido um filho. Esse tipo de infertilidade é tão comum quanto a infertilidade primária, sem ocorrência de gravidez anterior”, afirma o Prof° Dr. Joji Ueno, diretor da Clínica GERA.

Os mesmos fatores que causam a infertilidade primária podem causar a secundária: bloqueio de trompas, endometriose, problemas de ovulação, pouca quantidade ou falta de motilidade dos espermatozóides, varicocele, dentre muitos outros motivos. Com o passar do tempo, as condições de saúde do casal podem se alterar. “Seja qual for a causa da infertilidade secundária, ela se desenvolveu ou se agravou, após a primeira gestação. Para ter o segundo filho, o casal precisa passar pela avaliação de um especialista em fertilidade”, recomenda o médico

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Dicas para o banho de sol do bebê


O banho de sol é muito importante para o desenvolvimento do bebê. O bebê, até os seis meses, deve tomar sol pela manhã, bem cedo, antes das 10h, e no fim da tarde, após as 16h.

E você sabe como proceder para o banho de sol do seu bebê ser bom para ele? Vila Filhos dá algumas dicas.

A dermatologista Cristine Carvalho, diretora do CDE - Centro de Dermatologia e Estética, explica sobre o banho de sol do bebê. "Para a produção da vitamina D, apenas 10 minutos de sol já são suficientes para que o corpo produza esta substância em quantidades apropriadas. Não há necessidade de deixar o nenê no sol por muito tempo", explicou.

A dermatologista recomenda que o bebê não fique só de fraldas e, principalmente, sem roupa, durante o banho de sol, pois a pele muito fina do bebê pode queimar facilmente. "O bebê só deve começar a fazer uso de protetores solares, a partir dos seis meses de idade. A recomendação visa prevenir irritações e intoxicação no bebê", alertou.

Após os seis meses, o uso do protetor solar deve ser adotado sempre que a criança estiver exposta ao sol, independentemente da estação do ano. "Os raios UVB que deixam a pele avermelhada e causam a queimadura solar são mais intensos no verão; mas os raios UVA, que podem causar câncer de pele e envelhecimento precoce, são constantes durante todo o ano, daí a necessidade de utilizar o produto o ano todo", destacou a médica.

Para crianças acima de um ano, passe o protetor sempre que ela for realizar uma atividade ao ar livre. "Protetores solares infantis não devem apresentar fragrâncias fortes ou cor. Devem ser dermatologicamente testados e apresentar proteção UVA e UVB. Crianças alérgicas devem usar protetores solares hipoalergênicos", recomendou.

Além de filtro solar é necessário adotar outras medidas para evitar a pele vermelha e as queimaduras após a exposição ao sol. "O kit básico para exposição ao sol, na praia e na piscina, inclui boné, camiseta e guarda-sol (ou ombrelone). É importante evitar longos períodos em locais que refletem a luz do sol, como a água do mar, da piscina e a areia da praia", observou Cristine.

A desidratação precisa ser evitada durante a exposição solar. "Devido ao calor, a pele transpira, eliminando água e sais minerais. Repor líquidos é extremamente importante. Ofereça água, sucos ou água de côco, com freqüência, para evitar diarréia e vômito, sintomas mais comuns da desidratação", recomendou a dermatologista. Ela ainda alerta que é proibido oferecer frutas cítricas, como limão e laranja, no momento em que as crianças estão tomando sol. Estas frutas queimam a pele e deixam manchas escuras por um longo tempo.

Por Catharina Apolinário

moda gestante verão 2012


O verão já está chegando, e as lojas já começaram a lançar suas coleções para a estação mais quente do ano. E tudo o que as barrigudinhas mais querem é exibir a barriguinha e ficar na moda. As fotos abaixo servem de inspiração para unir as tendências de moda verão 2012 com os modelos feitos para grávidas. As fotos são da coleção verão 2012 da Mammy Gestante.

1. Vestidos longos e bem soltinhos.




2. Listras e estampas geométricas.



3. Flores, muuuitas flores! (:

4. Renda, em alta desde o outono/inverno.

domingo, 23 de outubro de 2011

Grávida pode ? - Parte I

Grávida pode frequentar a manicure sem preocupação?

De um modo geral, não há riscos maiores em fazer as unhas durante a gravidez, desde que a frequênica não seja exagerada.

Segundo os especialistas, existem poucos indícios de que as substâncias químicas usadas em esmaltes e removedores, como a acetona e o tolueno, possam fazer mal ao feto. Mas muitos médicos recomendam mesmo assim que a exposição a esses produtos seja a mínima possível.

Como em gravidez cautela nunca é demais, tente fazer as unhas em um intervalo maior e escolha um salão que seja bem ventilado para evitar ficar respirando vapores fortes dos esmaltes e de outros produtos para cabelo usados no local. Certifique-se também de que os alicates e tesourinhas utilizados são devidamente esterilizados ou leve então o seu próprio "equipamento".

E aproveite: uma sessão na pedicure pode ser uma mão-na-roda nos últimos meses da gravidez, quando você mal consegue alcançar as unhas dos pés!

Nas semanas que antecedem o parto dê preferência a esmaltes clarinhos nas mãos, pois eles não atrapalham a medida do oxigênio sanguíneo que é feita pelo dedo no momento do parto (os escuros são retirados pela enfermagem em grande parte dos hospitais).
 
 

Grávida pode fazer clareamento dos dentes?


Médicos e dentistas afirmam que não existem provas de que o clareamento dos dentes represente um risco para a mulher grávida ou para o bebê. O problema é que também não há dados suficientes que comprovem se tratar de um procedimento totalmente seguro durante a gestação.

Tanto no clareamento caseiro como no feito a laser, as substâncias ativas utilizadas, chamadas de peróxidos, provocam um processo oxidante nos dentes. Cientistas já comprovaram que a oxidação pode ser prejudicial a células e tecidos, mas ainda não se sabe com certeza se isso é prejudicial para a gestante ou o bebê em desenvolvimento.

Outro processo comum para o clareamento é a micro-abrasão, a qual usa componentes ácidos para remover manchas. Infelizmente, esse método conta com ainda menos informações a respeito de sua segurança na gravidez.

Diante disso, muitos especialistas recomendam esperar até depois do parto ou até mesmo depois de desmamar o bebê para iniciar um tratamento de clareamento dental.

Consulte também seu dentista antes de começar a utilizar produtos branqueadores vendidos em farmácias e supermercados. Muitas vezes, manchas nos dentes podem ser sinal de algum problema mais grave e só um profissional pode fazer o melhor diagnóstico
 
 

Grávida pode usar salto alto?

Os especialistas se dividem em relação ao uso de sapatos de salto alto na gravidez. Todos, no entanto, concordam que o uso do salto alto modifica sua postura e altera seu centro de gravidade, colocando mais pressão sobre a região lombar da coluna, já bastante vulnerável na gestação.

Os que defendem o uso de sapatos baixos lembram que os ligamentos que garantem a estabilidade da coluna ficam mais frouxos durante a gravidez, o que os deixa mais sujeitos a lesões e sobrecargas. É por isso que grávidas correm mais risco de torcer o pé, e o salto alto também contribui para o risco.

Outro problema dos saltos altos, segundo alguns médicos, é que, ao pressionar mais a região lombar, podem contribuir para a dor na coluna, que pode ser muito intensa.

Além disso, o aumento de peso, a mudança da forma do corpo e a alteração do centro de gravidade fazem você andar de uma maneira diferente e com menos estabilidade. Assim, o uso de salto alto pode provocar desequilíbrio. E uma queda durante a gestação pode machucar você e até o seu bebê.

Sapatos de salto plataforma são mais confortáveis para andar, mas têm o mesmo risco de queda: eles tornam muito mais fácil virar o pé, principalmente quando o piso é irregular (como calçadas com buracos ou piso de paralelepípedos).

Preste atenção também para ver se a sola do sapato não é muito escorregadia.

Mesmo os médicos que não veem problemas no uso do salto recomendam que você tome a decisão baseada no seu conforto. Você pode, por exemplo, levar um par de tênis ou sapatos baixos na bolsa e calçá-los depois do trabalho (ou no final da festa). Ou passar para os modelos sem salto a partir das 25 semanas de gestação. Ou ainda abrir mão do salto para fazer as tarefas do dia-a-dia e só usá-lo em ocasiões especiais.

Leve em consideração que um outro efeito da gravidez é fazer seus pés aumentarem. Além de correr o risco de ficar com bolhas nos pés, você pode acabar laceando demais seu sapato favorito, que pode acabar ficando largo demais para você usar depois da gravidez.

Há mulheres que se sentem desconfortáveis de usar sapatos completamente sem salto ou rasteirinhas. Esse tipo de sapato também pode favorecer a pressão no calcanhar e na coluna. Se esse é o seu caso, procure um sapato de salto baixo e base larga, que dê bastante sustentação
 
 

É verdade que grávida não pode pintar o cabelo?

Apesar de este ser um daqueles assuntos que despertam enorme dúvida entre as futuras mamães, ainda não há pesquisas sólidas que indiquem com certeza se as tinturas para cabelo são ou não prejudiciais ao feto durante a gravidez.

O pouco que se sabe aponta que é provavelmente seguro pintar o cabelo na gestação. A Organização de Serviços de Informação sobre Teratologia (Otis, na sigla em inglês), uma rede internacional que divulga dados sobre possíveis riscos na gravidez, afirma que não há relatos de que tinturas de cabelo tenham provocado mudanças na gestação. O órgão ressalta também que muito pouco da química das tintas é de fato absorvido pelo corpo. Outros estudos que mostram possíveis efeitos prejudiciais ainda não são muito definitivos.

De qualquer maneira, não custa nada pecar pelo excesso e tentar esperar o máximo possível para voltar a pintar os cabelos.

A obstetra Rosa Maria Ruocco, do Hospital das Clínicas de São Paulo, aconselha que não se tinja os cabelos pelo menos no primeiro trimestre da gestação, por esta ser uma fase de maior formação dos tecidos e órgãos fetais. Para ela, "de preferência, o bom é esperar até 20 semanas".

A médica também tem algumas dicas para quem não está aguentando o visual de sempre ou os cabelos brancos: usar tonalizantes (que têm curta duração), luzes e reflexos -- por serem produtos que quase não tocam o couro cabeludo, eles podem ser aplicados a partir da segunda metade da gravidez com maior segurança.

"Também aconselho a hena pura, que parece não ter influências sobre o desenvolvimento fetal", diz a obstetra.

Se você quer mesmo aplicar um produto natural, fique de olho para comprar uma hena pura, e não misturada a outros produtos químicos, que acabam sendo a mesma coisa que as tinturas. Confira o rótulo.

Na hora de escolher um salão para pintar o cabelo, certifique-se de que seja um lugar bem ventilado para não se expor demais aos vapores químicos durante a aplicação. O mesmo vale para a aplicação caseira, a qual deve seguir direitinho as instruções do fabricante e durar o menor tempo possível. Não deixe de usar luvas e de enxaguar muito bem o cabelo depois
 
 
Fonte: BabyCenter Brasil
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